Passar a mão pela cabeça

Passar a mão pela cabeça

A expressão tem o significado de tolerar, perdoar, aceitar o que anteriormente se rejeitou e outras expressões que conduzam ao mesmo significado.
Crê-se ter passado a ser usada esta expressão idiomática no período da Inquisição. Os “cristãos novos”, perseguidos pela Igreja, arrogavam-se cristãos, sendo do conhecimento dos judeus a sua atitude forçada.
Reconhecidos como tal, os judeus perdoavam-lhes, concediam-lhes a benção, passando-lhes a mão pela cabeça, que descia a acariciar seus rostos.

Sobre Antonio Soares da Rocha

Antonio Soares da Rocha
O autor tem uma experiência superior a 30 anos como funcionário da Autoridade Tributária, passando por todas as metamorfoses da carreira até ocupar funções de jurista e representante da Fazenda Pública. Em período precedente estivera ligado ao setor das telecomunicações, à mediação e direito dos seguros. Terminou a licenciatura em direito na Universidade Lusófona. Adquiriu a qualificação de Mestre em Direito na Universidade Católica com a defesa da tese na área do Direito Fiscal, e publicada pela editora daquela Universidade em Portugal e Brasil. Investigador da Universidade do Minho, tem defendido como congressista temas científicos em universidades de renome. É autor de algumas obras com edições continuadas, designadamente “Oposição vs Impugnação Judicial”, “O Essencial sobre o Arrendamento Urbano” e “Minutas e Formulários – Anotados e Comentados”. Em termos desportivos, é praticante de Karate Goju-Ryu e treinador reconhecido pelo IPDJ. Embora tenha iniciado essa prática com referência à linha do Mestre Taiji Kase, viria a ser consagrado cinto negro na vertente de Karate Shotokan pelo Mestre Hiroku Kanazawa em 1999, e posteriormente, pelo estilo que ora pratica, da linha Okinawa Goju-Ryu Karatedo Kyokai.

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